Se seu filho bater em algum coleguinha no colégio, ou apanhar, não se desespere. Eles podem vir a ser grandes amigos futuramente. Foi assim comigo.
Pra quem pensa que eu era a que apanhava, está enganado. Há! Eu era a que batia.
E daí que era por ciúme do meu irmãozinho que acabara de nascer? O que importa é que não era eu que voltava "apanhada" pra casa.
O fato é que eu e essa "coleguinha" tornamo-nos grandes amigas. E até hoje mantemos essa amizade. Então vocês podem imaginar minha emoção quando descobri que ela tava grávida. E não era apenas o filho de uma grande amiga, era também o primeiro "sobrinho"!
Já na barriga ele foi muito amado e esperado!
O nascimento foi no dia 15 de fevereiro de 2009, domingo, marcado pra pouco depois das 6h da manhã. Eu estava lá. Não é fácil pra mim levantar cedo, principalmente num domingo! Mas eu estava lá! Não tinha como ser diferente. Ele veio ao mundo com muita saúde.
E hoje, completa 3 anos! Parece que foi ontem que minha amiga me ligou pra dizer o dia do parto...
Mais um ano dessa presença tão querida. E hoje, além do amor de "tia", que eu já tinha, sinto também o de madrinha! E daí que ele ainda não entende isso? Eu entendo e sei da importância desse convite que recebi.
Que Deus possa continuar abençoando-o e nos presenteando com a presença, cada vez mais esperta, dele.
Te amo.
Mostrando postagens com marcador amor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador amor. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
sábado, 12 de março de 2011
Uma noite e nada mais
Há mais ou menos uma semana atrás, deram uma cadelinha pro meu irmão.
Quando eu digo "deram", eu quis dizer "entregaram" mesmo. Colocaram nas mãos dele e disseram "te vira".
De forma alguma poderíamos cuidar dela porque já temos um cachorro. Muito ciumento e territorialista, por sinal. Mas não poderíamos simplesmente deixá-la na rua ou entregá-la para o primeiro que aparecesse.
A levamos pra casa, temporariamente. Só enquanto minha mãe não chegava. Precisávamos ganhar tempo para resolver o que fazer com ela.
A colocamos num tapete, demos água e ração. Ela não comeu. Depois descobrimos que era porque ela era muito novinha ainda e só bebia leite. =P
Não vou negar que me apeguei a ela. Quando você cuida de um ser que depende de você não tem como não se sensibilizar e se apegar a ele. Bom, pelo menos não pra mim. E olhe que não me considero alguém tão sensível assim.
Mas o fato é que me apeguei a ela e quis que ela continuasse conosco, mesmo sabendo das dificuldades que enfrentaríamos com nosso cachorro. Mas fala sério, era impossível.
Quando meus pais chegaram, eu e meu irmão imploramos que pensassem numa solução. Tudo bem que não ficássemos com a cadela, mas tínhamos que arranjar um lar pra ela! E tinha que ser alguém que sabíamos que cuidaria bem dela. Não podíamos fazer como a irresponsável que a jogou nos braços do meu irmão.
Me peguei pensando sobre os limites da maldade do ser humano. Abandonar um ser indefeso sem se preocupar em como ele vai fazer pra se virar. E pensar que tem gente que faz isso com pessoas...
Meu pai a levou pro trabalho no dia seguinte e um dos rapazes que trabalha com ele num instante arrumou um lar pra bichinha. Era um rapaz que morava perto dele e já vinha querendo um cachorrinho há tempos. Ele a levou, com a recomendação de que ela só bebe leite.
Hoje ela está lá, fazendo uma família feliz e recebendo a mesma felicidade em troca.
E eu também estou muito feliz por saber que ela está sendo bem tratada.
=D
Quis compartilhar essa história pra daqui a uns anos, quando vier aqui nesse blog, que estará abandonado, reler essa história e me alegrar com ela. Lembrando da cadelinha fofa que foi minha por uma noite e mesmo por tão pouco me ensinou algo muito importante. O que ela me ensinou só diz respeito a mim e é demais querer que eu compartilhe isso também.
Contentem-se com o que escrevi e com a foto que tirei dela para ficar para a posteridade.
Quando eu digo "deram", eu quis dizer "entregaram" mesmo. Colocaram nas mãos dele e disseram "te vira".
De forma alguma poderíamos cuidar dela porque já temos um cachorro. Muito ciumento e territorialista, por sinal. Mas não poderíamos simplesmente deixá-la na rua ou entregá-la para o primeiro que aparecesse.
A levamos pra casa, temporariamente. Só enquanto minha mãe não chegava. Precisávamos ganhar tempo para resolver o que fazer com ela.
A colocamos num tapete, demos água e ração. Ela não comeu. Depois descobrimos que era porque ela era muito novinha ainda e só bebia leite. =P
Não vou negar que me apeguei a ela. Quando você cuida de um ser que depende de você não tem como não se sensibilizar e se apegar a ele. Bom, pelo menos não pra mim. E olhe que não me considero alguém tão sensível assim.
Mas o fato é que me apeguei a ela e quis que ela continuasse conosco, mesmo sabendo das dificuldades que enfrentaríamos com nosso cachorro. Mas fala sério, era impossível.
Quando meus pais chegaram, eu e meu irmão imploramos que pensassem numa solução. Tudo bem que não ficássemos com a cadela, mas tínhamos que arranjar um lar pra ela! E tinha que ser alguém que sabíamos que cuidaria bem dela. Não podíamos fazer como a irresponsável que a jogou nos braços do meu irmão.
Me peguei pensando sobre os limites da maldade do ser humano. Abandonar um ser indefeso sem se preocupar em como ele vai fazer pra se virar. E pensar que tem gente que faz isso com pessoas...
Meu pai a levou pro trabalho no dia seguinte e um dos rapazes que trabalha com ele num instante arrumou um lar pra bichinha. Era um rapaz que morava perto dele e já vinha querendo um cachorrinho há tempos. Ele a levou, com a recomendação de que ela só bebe leite.
Hoje ela está lá, fazendo uma família feliz e recebendo a mesma felicidade em troca.
E eu também estou muito feliz por saber que ela está sendo bem tratada.
=D
Quis compartilhar essa história pra daqui a uns anos, quando vier aqui nesse blog, que estará abandonado, reler essa história e me alegrar com ela. Lembrando da cadelinha fofa que foi minha por uma noite e mesmo por tão pouco me ensinou algo muito importante. O que ela me ensinou só diz respeito a mim e é demais querer que eu compartilhe isso também.
Contentem-se com o que escrevi e com a foto que tirei dela para ficar para a posteridade.
Assinar:
Postagens (Atom)